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Água subterrânea pode fazer diferença

Água subterrânea pode fazer diferença

19/05/2015 Floriano de Lima Nascimento

O professor Duarte Costa faz um alerta sobre a crise da água.

Os estudos sobre o meio ambiente, intensificados nas últimas décadas não deixam dúvidas sobre a vulnerabilidade do nosso planeta diante de agressões causadas ao mesmo: desperdício de água, destruições de fontes, queimadas e outras agressões ambientais acabam por enfraquecer, pouco a pouco, as defesas naturais do planeta, criando uma situação de risco para todos os seres humanos.

Tomamos a iniciativa de escrever este artigo depois da crise hídrica que começa a ameaçar até a água que bebemos.

Em nosso entendimento, já passou da hora de se impedir a qualquer custo truculências capazes de poluir a água, desmatar florestas e outras barbaridades. É preciso deixar claro aos transgressores que eles pagarão um alto preço pela depredação e poluição da natureza, que é um bem de todos, felizmente.

A crise da água é algo que deve ser analisado com grande cuidado e responsabilidade. Nem precisamos dizer ao leitor o que significa um fato dessa natureza - impensável até alguns meses atrás.

Animou-me a escrever estas linhas um artigo de autoria do Sr. Walter Duarte Costa, que discorreu em jornal de Belo Horizonte sobre um tema ao mesmo tempo raro e importante, ou seja, a água subterrânea: de acordo com o doutor Walter Duarte, hidrogeólogo, geotécnico e professor da UFMG, nesta época em que os augúrios climáticos têm trazido transtornos e inquietações à população, “surge, a cada dia, no âmbito governamental ou no privado, uma solução tida como salvadora para sanar os malefícios conseqüentes da redução de nossas responsabilidades hídricas.

Entre elas têm sido mencionada a captação de água subterrânea, embora sua adoção exija grande cautela, pois a abertura indiscriminada de poços sem os estudos necessários pode constituir um irreparável dano ambiental, de conseqüências nefastas, não apenas do ponto de vista financeiro, mas também pelo risco que pode ser imposto à saúde.

*O autor é Redator-chefe de O Debate, escritor e professor de Direito Econômico,  Membro do  Instituto Histórico e Geográfico e da Arcádia de Minas Gerais e ex-presidente da Fundação Brasileira de Direito Econômico.



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