Portal O Debate
Grupo WhatsApp

Ano novo é mais feliz com planejamento

Ano novo é mais feliz com planejamento

29/11/2012 Edison Cunha

Há momentos na vida de todo empresário em que não basta apenas empreender, mas é necessário assumir as rédeas da administração de seu negócio de modo a tirar o melhor proveito de suas ideias e dos recursos humanos sob sua orientação.

É hora de montar uma estratégia para fazer a empresa crescer com segurança, sem colocar em risco o que já foi conquistado. Uma estratégia consistente faz com que os resultados apareçam com maior eficiência e custos menores.

Os gestores com os quais temos nos relacionado têm manifestado preocupação com a falta de tempo para conduzir análises e tomar decisões com maior grau de precisão. A razão dessa situação, explicam, é a urgência por apresentar resultados, que faz prevalecer análises mais superficiais, suficientes apenas para dar o próximo passo, deixando para administrar os problemas à medida que estes surgem.

Uma posição reativa, algo bastante perigoso para os negócios. O grande desafio para as empresas é reposicioná-las para conquistar as oportunidades, que em nosso país são imensas, e crescer de forma sustentável. Nesse cenário, alguns aspectos de gestão passam a adquirir uma importância maior e ocupar a mente dos empresários.

São eles o planejamento para atender a demanda; a definição de metas e objetivos; a capacitação do capital intelectual; o monitoramento do mercado para identificar oportunidades e reorganizar os negócios; e a estratégia de atuação. Para crescer de forma sustentada, passadas as turbulências de 2012 (espero que esta realmente fique para trás), é necessário focar as perspectivas de crescimento da economia projetadas para 2013 e inovar o modelo de gestão, planejando de forma ordenada as ações a serem empreendidas.

Quatro são os temas estratégicos que merecerão atenção especial por parte dos dirigentes de empresas para o Projeto 2013: incremento das vendas; redução de custos; análise do mercado; e planejamento das ações. Cada um desses temas estratégicos pode ser desdobrado em atividades que comporão o quadro final para inovar a gestão.

O primeiro deles, incremento de vendas abrange definir os diferenciais competitivos, entender o cliente, qualificar a equipe comercial e planejar e projetar as vendas. A redução de custos compreende apropriação de custos, classificação das despesas, melhoria dos processos e estabelecer metas. A análise do mercado engloba pesquisar o mercado de atuação, identificar as tendências, oportunidades e novos nichos, estabelecer as vantagens competitivas e definir as metas.

Por fim, o planejamento das ações inclui definição de objetivos e metas, elaboração do orçamento, definição das prioridades e determinar um plano de ação. As recompensas que advém de um planejamento bem executado são inúmeras, e as empresas que não se sentem preparadas para conduzir este processo podem pedir auxílio a consultorias especializadas em gestão de negócios. Elas podem fazer a diferença na conquista de mercado pelas organizações.

*Edison Cunha é consultor da Trevisan Gestão & Consultoria (TG&C).



Administração estratégica: desafios para o sucesso em seu escritório jurídico

Nos últimos 20 anos o mercado jurídico mudou significativamente.


Qual o melhor negócio: investir em ações ou abrir a própria empresa?

Ser um empresário ou empresária de sucesso é o sonho de muitas pessoas.


Intercooperação: qual sua importância no pós- pandemia?

Nos últimos dois anos, o mundo enfrentou a maior crise sanitária dos últimos 100 anos.


STF e a Espada de Dâmocles

O Poder Judiciário, o Ministério Público e a Polícia Investigativa são responsáveis pela persecução penal.


Lista tríplice, risco ao pacto federativo

Desde o tempo de Brasil-Colônia, a lista tríplice tem sido o instrumento para a nomeação de promotores e procuradores do Ministério Público.


ESG: prioridade da indústria e um mar de oportunidades

Uma pesquisa divulgada recentemente pelo IBM Institute for Business Value mostra que a sustentabilidade tem ocupado um lugar diferenciado no ranking de prioridades de CEOs pelo mundo se comparado a levantamentos anteriores.


Como conciliar negócios e família?

“O segredo para vencer todas as metas e propostas é colocar a família em primeiro lugar.”, diz a co-fundadora da Minucci RP, Vivienne Ikeda.


O limite do assédio moral e suas consequências

De maneira geral, relacionamento interpessoal sempre foi um grande desafio para o mundo corporativo, sobretudo no que tange aos valores éticos e morais, uma vez que cada indivíduo traz consigo bagagens baseadas nas próprias experiências, emoções e no repertório cultural particular.


TSE, STF e a censura prévia

Sabe-se que a liberdade de expressão é um dos mais fortes pilares da democracia.


Sociedade civil e a defesa da democracia

As últimas aparições e discursos do presidente da República vêm provocando uma nova onda de empresários, instituições e figuras públicas em defesa da democracia e do sistema eleitoral no Brasil.


Para além do juramento de Hipócrates: a ética na prática médica

“Passarei a minha vida e praticarei a minha arte pura e santamente. Em quantas casas entrar, fá-lo-ei só para a utilidade dos doentes, abstendo-me de todo o mal voluntário e de toda voluntária maleficência e de qualquer outra ação corruptora, tanto em relação a mulheres quanto a jovens.” (Juramento de Hipócrates).


O sentido da educação

A educação requer uma formação pessoal, capaz de fazer cada ser humano estar aberto à vida, procurando compreender o seu significado, especialmente na relação com o próximo.