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Ideli Salvatti e seus subterfúgios políticos

O povo catarinense precisa conhecer melhor a sua personalidade. Acostumada a se comportar como uma extrema defensora do governo Lula no Senado, a ponto de participar do grupo que não aceitava ver o governo ser investigado por qualquer suspeita de irregularidade política, a senadora Ideli sempre soube tirar proveito de sua aparente seriedade. Sim, falo de aparente seriedade, pois quem se utiliza de subterfúgios políticos para tentar incriminar adversários não pode merecer credibilidade de ninguém, principalmente agora que pretende ser governadora estadual de Santa Catarina. Mas, certamente, grande parte do eleitor catarinense desconhece os seus métodos de fazer política. E quem procede de forma capciosa não merece governar Santa Catarina.


Governo sem caráter

O assessor especial da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia, considera que o "caráter errático de comportamento" prejudica a conduta do PSDB ao Planalto, e chama José Serra de "biruta de aeroporto". E sobre a discussão levantada por Serra do loteamento dos cargos em ministérios, verbera: "O que eles chamam de fisiologismo é uma prática generalizada da política brasileira. Quem é o governo Serra e os governos que ele participou para falar de fisiologismo? Governaram com os partidos mais fisiológicos que esse país teve. Isso é para a plateia e reflete essa desidratação da candidatura dele."


O jeitinho trapaceiro

Senador Francisco Dornelles (PP-RJ), o Brasil precisa lembrar-se de seu nome, aliás, já velho conhecido político, por sua infeliz, ou tendenciosa manobra, ao alterar o texto de iniciativa popular para beneficiar indecorosos colegas políticos. Não se pode ser meio favorável à moralização do Congresso. Tem que se ter postura de moralizador. E o senador Dornelles fraquejou ao desrespeitar a integridade do texto do projeto Ficha Limpa, de iniciativa popular, consubstânciada hoje em mais de quatro milhões de assinaturas.



Boa educação não faz mal a ninguém

Senhor Deputado Federal Nelson Trad (PMDB-MS), todos os parlamentares devem ser fiscalizados - em seus atos públicos - por qualquer cidadão ou entidade jornalística.  O parlamentar tem o dever de dar satisfação de seus atos públicos à sociedade em geral.  Negar ou dificultar essa satisfação é demonstrar incompatibilidade com o exercício parlamentar.


As eleições e os oportunistas

As eleições estão próximas. O cabideiro de emprego está aberto, bem como o caminho que leva muitos oportunistas a desfrutar as glórias do poder, prestígios, salários confortáveis e outras mordomias pagas pelos contribuintes nacionais. Os novos e os velhos (reeleição) candidatos se apresentam com acenos educados e prometendo o que geralmente não cumprem.


Lei “antipalmada”

É evidente que ninguém aceita qualquer castigo físico perpetrado pelos pais contra seus filhos menores: criança ou adolescente. Mas vamos deixar de demagogia, presidente Lula e deputada petista Maria do Rosário, também autora de projeto semelhante.